segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Uma nova ótica sobre a história de Gurupi


Em seu sétimo livro, Zacarias Martins registra acontecimentos pitorescos que marcaram a história da "Capital da Amizade"

Por Márcio Guedes


"As crônicas registram o apelo do cidadão gurupiense situado em determinações que limitam a sua comunicação e o seu reconhecimento pleno. Como jornalista, o autor busca oferecer ao público leitor informações sobre fatos ocorridos em Gurupi. Estas informações são passadas de maneira clara e verdadeira". A afirmação é da professora universitária Willitania Cabral, ao fazer uma análise crítica do livro "Histórias da História de Gurupi", de autoria do jornalista, escritor e ativista cultural Zacarias Martins.


A obra reúne onze crônicas sobre esta simpática cidade do Estado do Tocantins, contendo temas distintos. O elo entre esses temas realiza-se no discurso recorrente centrado na crítica política e social, fruto do conflito entre o mundo ideal e o mundo real, sob o ponto de vista do autor.

Para Wellitania, em sua obra, Zacarias Martins demonstra a convicção de que seus textos contribuem para cidadania e que a sociedade precisa dispor de fontes de informações que possam permitir conhecer o que se passa em sua volta, além de proporcionar aos cidadãos leitores a formação de opiniões próprias sobre tais fatos.


A obra é um conjunto de reflexões que acentua profunda admiração de seu autor pelo universo artístico-cultural, sem comprometer seu aspecto crítico em relação a sua função jornalística. Evidencia os dramas humanos e as relações político-sociais, focalizando as experiências vivenciadas por Zacarias Martins.


O AUTOR
Zacarias Martins é autor de seis livros individuais de poesias: Transas do Coração (1978), O Poeta de Belém (1979), Poetar (1980), O Profeta da Felicidade (1984) Vox Versus (1986) e Pinga-Fogo (2004). Tem ainda participação em dezenas de antologias literárias.
Trabalhou como Assessor de Imprensa da Prefeitura de Gurupi nas gestões dos prefeitos Tadeu Gonçalves e João Cruz. Atualmente é Assessor de Imprensa do Hospital Regional de Gurupi, diretor da Regional Sul da Associação Tocantinense de Imprensa, e fundador da Academia Gurupiense de Letras .Foi Diretor de Cultura de Gurupi na gestão do prefeito Jacinto Nunes da Silva.


Integrou o primeiro colegiado do Conselho Estadual de Cultura de Tocantins (1989-1990). Em 1990 também participou da fundação da Academia Tocantinense de Letras, onde ocupa a Cadeira de nº 21. Também integrou o primeiro colegiado do Conselho Municipal de Cultura de Gurupi, sendo eleito o seu primeiro presidente (1999-2000). Desde 1994 integra os quadros da Academia Brasileira de Jornalismo, tendo como patrono o jornalista Costa Rego.

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